Em novembro de 2002, eu participei da exposição coletiva Plágio, realizada no Centro de Artes da Ufes, dentro do projeto Quanto mais arte, melhor.
Na ocasião, apresentei um trabalho (um dos raros que fiz na área de artes visuais) intitulado Storyboard. Ele consistia numa caixa luminosa, na qual víamos doze reproduções de fotogramas de filmes que marcaram minha formação cinéfila impressas em transparência, às quais eram sobrepostos desenhos que eu fiz em papel vegetal, retratando super-heróis e super-vilões imaginários, sempre com muita ironia, esboçados a partir desses fotogramas orginais.
O curioso é que eu, quando criança, costumava inventar meus super-heróis desenhando-os a partir de moldes copiados das revistas em quadrinhos com o papel de seda dos cadernos de desenho. Ao resgatar essa prática, eu acabei por prestar uma homenagem às avessas aos meus verdadeiros super-heróis do mundo real: os personagens dos filmes que marcaram minha vida, transfigurados sob um ponto de vista bastante irônico e mordaz (o meu).
ORFEU (Jean Cocteau)


MATADOURO CINCO (George Roy Hill)


OS INCOMPREENDIDOS (François Truffaut)


SE… (Lindsay Anderson)


OITO E MEIO (Federico Fellini)


RASTROS DE ÓDIO (John Ford)


1 resposta Até agora ↓
Farah // Sexta-Feira, Agosto 8, 2008 às 5:12 pm |
Adorei isso Erly.